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	<title>Mulher &#8211; Cardio Life</title>
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	<description>Clínica Cardiológica em Itapema</description>
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	<title>Mulher &#8211; Cardio Life</title>
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		<title>Doenças cardiovasculares em mulheres já ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 12:22:06 +0000</pubDate>
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<p>Já passou o tempo de acreditar que problemas no coração era “coisa de homem”. As doenças cardiovasculares no sexo feminino já ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero. Segundo a Organização Mundial da Saúde, as cardiopatias respondem por um terço das mortes de mulheres no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por ano, ou seja, mais de 23 mil por dia. Entre as brasileiras, principalmente acima dos 40 anos, as doenças do coração chegam a representar 30% das causas de morte, a maior taxa da América Latina.</p>



<p>Estudo feito a partir dos dados da plataforma online Estatísticas Cardiovascular Brasil: 2020, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, mostrou que a predominância de doenças cardiovasculares é muito maior nas mulheres entre 15 e 49 anos e que vem aumentando as mortes por doenças isquêmicas, como o infarto do miocárdio, nas mais jovens.</p>



<p>“A prevalência de infarto do miocárdio em mulheres está aumentando. Segundo relatório de 2021, da Associação Americana de Cardiologia, a sobrevida depois do infarto é de 8,2 anos para homens e apenas 5,5 anos para mulheres. Elas sobrevivem menos tempo. Nos indivíduos que infartaram, a porcentagem de ser recorrente é de 17% para homens e 21% para mulheres, e são as jovens que necessitam da nossa atenção”, destacou a professora e diretora de pesquisa cardiovascular intervencionista e ensaios clínicos do Zena and Michael A. Weiner Cardiovascular Institute, Roxana Mehran.</p>



<p>O infarto do miocárdio está bastante relacionado a sintomas atípicos e que as mulheres apresentam com mais frequência, como ardência na pele, dor no pescoço, nos ombros, no rosto, na mandíbula, e, posteriormente, falta de ar, fadiga incomum e até mesmo palpitações. Nelas, a doença se associa ao estresse mental, emocional e psicossomático.</p>



<p>As mulheres são conhecidas por terem dupla e até tripla jornada, ao se dividirem entre o trabalho, cuidado com os filhos e afazeres domésticos. Isso eleva o estresse, associado, muitas vezes, à falta de atividade física, má alimentação, tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas.</p>



<p>Os sintomas de doenças cardiovasculares nelas podem ser resumidos a uma dor mais genérica e de difícil diagnóstico, o que faz com que muitas nem sequer procurem ajuda médica ou não sejam tratadas corretamente. É preciso atenção aos sintomas do infarto, que no sexo feminino são, geralmente, diferentes da clássica dor no peito relatada por homens, como náuseas, vômitos, dor nas costas e no pescoço, falta de ar e indigestão.</p>



<p>O coração da mulher é ligeiramente menor do que o do homem (cerca de dois terços do tamanho) e sua fisiologia é um tanto diferente. Pesquisas já atestaram que as suas frequências cardíacas médias, por exemplo, são mais aceleradas. As mulheres também têm artérias coronárias mais finas e maior tendência a sofrer com bloqueios não apenas nas artérias principais, mas também nas menores, que fornecem sangue ao coração. Por isso, quando infartam, descrevem a dor no peito como uma pressão ou aperto, e não como uma dor lancinante.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Mulheres sobrevivem menos ao infarto do que homens. </strong>Disponível em &lt;www.portal.cardiol.br/post/mulheres-sobrevivem-menos-ao-infarto-do-que-homens&gt;</p>
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		<title>Risco de doenças cardíacas aumenta após a menopausa</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 15:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
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					<description><![CDATA[O coração feminino também precisa de atenção. Após os 40 anos, o risco de doenças cardiovasculares aumenta, mas depois dos 50, quando a mulher normalmente entra na menopausa, ele cresce ainda mais: há um aumento de 30% no número de casos de infarto e cirurgias cardíacas em mulheres nesse período. O hormônio estrogênio é um [&#8230;]]]></description>
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<p>O coração feminino também precisa de atenção. Após os 40 anos, o risco de doenças cardiovasculares aumenta, mas depois dos 50, quando a mulher normalmente entra na menopausa, ele cresce ainda mais: há um aumento de 30% no número de casos de infarto e cirurgias cardíacas em mulheres nesse período.</p>



<p>O hormônio estrogênio é um protetor e aliado do coração, pois estimula a dilatação dos vasos, facilitando o fluxo sanguíneo. Com a chegada da menopausa, o nível desse hormônio diminui, o que aumenta o risco do desenvolvimento de algumas doenças. Assim, quem tem menopausa precoce também fica vulnerável mais cedo a doenças cardiovasculares, pois os níveis de estrogênio começam a baixar antes.&nbsp;</p>



<p>Hoje, 30% das pessoas que sofrem infarto são do sexo feminino, e a cada ano elas estão mais expostas ao risco. Se somarmos problemas cardíacos e cerebrovasculares, como AVC, o número de mortes chega a ser seis vezes maior que as causadas por câncer de mama.</p>



<p><strong>FATORES DE RISCO:</strong></p>



<p>As mulheres estão a cada ano mais expostas ao risco de doenças cardiovasculares, pois cerca de 40% apresentam aumento da circunferência abdominal, mais de 20% fumam, 18% são ex-fumantes, 23% têm seus níveis de pressão arterial acima do preconizado e 21% possuem alteração dos níveis de colesterol. Todos esses são fatores de risco para doenças cardíacas.</p>



<p>Mulheres com histórico familiar de doenças cardiovasculares ou que tiveram doenças inflamatórias, doenças autoimunes e obesidade também têm mais risco de desenvolver problemas cardíacos. O risco pode ser maior para quem usa determinados tipos de anticoncepcional, por isso é indicado buscar orientação médica antes de começar a tomar pílula. É preciso atenção especial para a dupla anticoncepcional e fumo, pois a pílula altera a produção hormonal, enquanto o cigarro predispõe a reações inflamatórias.</p>



<p>O sedentarismo também deve ser combatido. A atividade física deixa os vasos mais dilatados, facilitando o fluxo sanguíneo, e ajuda a controlar melhor o peso, a pressão arterial e a frequência cardíaca.</p>



<p>O estresse é outro fator relevante. Quando passamos por uma situação estressante, nosso cérebro estimula glândulas a secretar determinados hormônios que aumentam a pressão arterial e a frequência cardíaca. Quem vive sob estresse contínuo acaba passando por esse processo muitas vezes, o que pode desencadear eventos cardíacos mais graves. Além disso, existe a questão psicológica: pessoas muito estressadas podem desenvolver estados depressivos.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2757.png" alt="❗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />É fundamental realizar avaliações médicas periódicas. Aquelas que já se enquadram no grupo de risco (que inclui&nbsp;hipertensão,&nbsp;diabetes, obesidade, tabagismo, colesterol alto, estresse, sedentarismo e histórico familiar) não devem esperar o período da menopausa para ir ao médico, mas procurá-lo antes dos 30 anos. Após os 40, é indicado que a mulher compareça a consultas periódicas, pois já está na fase da pré-menopausa e o nível de estrogênio começa a cair. Depois dos 50, é indispensável fazer uma avaliação, no mínimo, uma vez por ano.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Drauzio Varella.&nbsp;</em><strong>Risco de doenças cardíacas aumenta após a menopausa.&nbsp;</strong>Disponível em &lt; <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/mulher-2/risco-de-doencas-cardiacas-aumenta-apos-a-menopausa/#:~:text=O%20cora%C3%A7%C3%A3o%20feminino%20precisa%20de,nesse%20per%C3%ADodo%2C%20segundo%20a%20dra">https://drauziovarella.uol.com.br/mulher-2/risco-de-doencas-cardiacas-aumenta-apos-a-menopausa/#:~:text=O%20cora%C3%A7%C3%A3o%20feminino%20precisa%20de,nesse%20per%C3%ADodo%2C%20segundo%20a%20dra</a>.&gt;</p>
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