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	<title>hipertensão &#8211; Cardio Life</title>
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	<description>Clínica Cardiológica em Itapema</description>
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	<title>hipertensão &#8211; Cardio Life</title>
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		<title>Hipertensão e obesidade: entenda a relação entre estes dois problemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 15:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativas do Ministério da Saúde indicam que quase 30% da população brasileira tem pressão alta. E aproximadamente 70% dos homens e 61% das mulheres com&#160;hipertensão&#160;são obesos, ou seja, têm um&#160;índice de massa corporal&#160;superior a 30 kg/m². O ganho de peso está associado ao aumento de insulina plasmática — hormônio que favorece a absorção de sódio [&#8230;]]]></description>
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<p>Estimativas do Ministério da Saúde indicam que quase 30% da população brasileira tem pressão alta. E aproximadamente 70% dos homens e 61% das mulheres com&nbsp;hipertensão&nbsp;são obesos, ou seja, têm um&nbsp;índice de massa corporal&nbsp;superior a 30 kg/m².</p>



<p>O ganho de peso está associado ao aumento de insulina plasmática — hormônio que favorece a absorção de sódio pelos rins, o aumento do volume sanguíneo circulante e a atividade vascular. Essa condição aumenta a ativação do sistema nervoso simpático, a liberação de noradrenalina e a perda da regulação da pressão sanguínea. E, quando ocorre a perda de peso, muitas pessoas acabam também diminuindo a pressão arterial.</p>



<p>A&nbsp;hipertensão&nbsp;é uma doença cardiovascular crônica e é diagnosticada nas pessoas que apresentam, constantemente, a pressão arterial igual ou superior a 140 x 90 mmHg (14 por 9). Se não for controlada, a pressão alta pode causar ao longo do tempo:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Insuficiência cardíaca;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Infarto agudo do miocárdio;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Acidente vascular cerebral (AVC);</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Insuficiência renal.</p>



<p>Fique atento aos seus principais sintomas:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dor de cabeça;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Falta de ar;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Visão borrada;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Zumbido no ouvido;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Tontura;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dores no peito.</p>



<p>Se registrar um ou mais dos sintomas citados, procure seu médico e faça exames complementares para o tratamento adequado. A prevenção é o melhor remédio! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p>⠀</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p>KALIL, Cozer Claudia. <em>Hospital Sírio-Libanês. </em><strong>Hipertensão e obesidade. Entenda a relação entre estes dois problemas. </strong>Disponível em &lt;www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/hipertensao-obesidade-relacao-problemas.aspx&gt;</p>
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		<title>Tratar hipertensão e controlar os fatores de risco evitam em 80% as doenças cardiovasculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 18:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC – revela que o tratamento da HIPERTENSÃO e o controle dos principais FATORES DE RISCO para o coração, como controlar o colesterol, evitar o estresse, praticar exercícios regulares e ter uma alimentação saudável podem reduzir em até 80% as doenças cardiovasculares, segundo as conclusões dos mais recentes estudos [&#8230;]]]></description>
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<p>A Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC – revela que o tratamento da HIPERTENSÃO e o controle dos principais FATORES DE RISCO para o coração, como controlar o colesterol, evitar o estresse, praticar exercícios regulares e ter uma alimentação saudável podem reduzir em até 80% as doenças cardiovasculares, segundo as conclusões dos mais recentes estudos e diretrizes nacionais e internacionais avaliados pela entidade. A análise faz parte de um novo posicionamento mundial do qual a SBC integra para a prevenção cardiovascular.</p>



<p>“Não há nada mais importante do que PREVENIR e a maioria das ações, médicos e população já conhecem amplamente, bastam ser implantadas”, esclarece o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC, Fernando Costa. O especialista destaca que, nas últimas três décadas, houve uma DIMINUIÇÃO DA INCIDÊNCIA DA HIPERTENSÃO de 36,1% para 31% da população adulta, conforme estudo feito pela SBC com base em 40 trabalhos científicos realizados em todo o Brasil e publicado na 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial.</p>



<p>As doenças cardiovasculares matam, segundo o Cardiômetro da SBC, cerca de 400 mil pessoas por ano no Brasil e a HIPERTENSÃO é um dos principais FATORES DE RISCO. Tratar a doença pode reduzir em até 70% as internações por emergências cardiovasculares e diminuir o número de infartos e AVCs.</p>



<p>Segundo levantamento da SBC, em 2017, foram realizados 1.130.692 internações por doenças cardiovasculares, sendo que 929.528 (82,20%) foram de forma emergencial. Para os homens, a relação foi ainda maior: 84% em caráter de urgência, enquanto para as mulheres foi de 79%.</p>



<p><strong>ALIMENTAÇÃO COMO ALIADA:</strong></p>



<p>Em conscientização ao Dia Mundial da Hipertensão Arterial, relembramos que a alimentação pode ter um fator determinante, associada à prática de atividade física, na PREVENÇÃO DA HIPERTENSÃO. Reduzir o sal e consumir alguns alimentos de forma equilibrada contribuem no controle da doença.</p>



<p><em><strong>REFERÊNCIA:</strong></em></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Tratar hipertensão e controlar os fatores de risco evitam em 80% as doenças cardiovasculares </strong>Disponível em &lt;<a href="https://www.portal.cardiol.br/post/tratar-hipertens%C3%A3o-e-controlar-os-fatores-de-risco-evitam-em-80-as-doen%C3%A7as-cardiovasculares">www.portal.cardiol.br/post/tratar-hipertens%C3%A3o-e-controlar-os-fatores-de-risco-evitam-em-80-as-doen%C3%A7as-cardiovasculares</a>&gt;</p>
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		<title>Diabéticos desconhecem complicações da doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 15:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
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					<description><![CDATA[O DIABETES é uma doença crônica que faz milhões de vítimas a cada ano. Só no Brasil, são 14 milhões de portadores (cerca de 10% da população), sem contar as pessoas que não sabem que têm a doença ou ainda não receberam o diagnóstico. O tipo 2 da doença é mais comum (corresponde a 90% [&#8230;]]]></description>
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<p>O DIABETES é uma doença crônica que faz milhões de vítimas a cada ano. Só no Brasil, são 14 milhões de portadores (cerca de 10% da população), sem contar as pessoas que não sabem que têm a doença ou ainda não receberam o diagnóstico. O tipo 2 da doença é mais comum (corresponde a 90% dos casos) e ocorre por dois fatores: insuficiência na produção de insulina ou resistência a ela. Embora a doença possa ser PREVENIDA e TRATADA, minimizando, assim, suas complicações, isso dificilmente é levado em consideração por grande parte dos pacientes.</p>



<p>Aproximadamente METADE da população brasileira NÃO está ciente das complicações decorrentes da doença, cujo surgimento poderia ser evitado ou, pelo menos, adiado por meio de um controle adequado. É o que aponta a pesquisa “Diabetes sem Complicações”, realizada em maio de 2016 pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), em parceria com o Ibope Inteligência e com o apoio de duas farmacêuticas. A pesquisa contou com a participação de 600 internautas, sendo 145 pacientes com diabetes, de diversas capitais do país.</p>



<p>Na opinião do Dr. Luiz Turatti, presidente da SBD, há um desconhecimento acerca da PREVENÇÃO da doença, ou seja, grande parte dos brasileiros não associa que HÁBITOS SAUDÁVEIS podem evitar o problema. Dieta adequada, contendo legumes, verduras, fibras e carnes magras, além da prática diária de EXERCÍCIOS FÍSICOS e controle da PRESSÃO ARTERIAL são os pilares fundamentais da PREVENÇÃO DO DIABETES.</p>



<p>Mas, segundo o Dr. Bruno Geloneze, endocrinologista e coordenador do Laboratório de Investigação em Metabolismo e Diabetes da Universidade de Campinas (Unicamp), as pessoas não têm consciência da GRAVIDADE da doença e acham normal conviver com índices de glicose acima de 200 mg/dL, já que os sintomas da hiperglicemia não são tão aparentes. “É comum os pacientes dizerem: ‘meu açúcar é só um pouco alto’. As pessoas têm dificuldade de compreender as possíveis complicações que podem surgir se o DIABETES NÃO FOR CONTROLADO. Quase sempre há uma negação em relação à doença.”</p>



<p>Para se ter uma ideia, até 40% dos indivíduos com DIABETES desenvolvem problemas nos rins. Além disso, esses pacientes apresentam um risco de duas a quatro vezes maior de morrer devido a uma DOENÇA CARDIOVASCULAR, como infarto e AVC.&nbsp;</p>



<p>Apesar da alta prevalência de complicações, grande parte dos pacientes desconhece muitas delas. Quando questionados sobre o maior medo em relação ao DIABETES, apenas 6% afirmaram temer sofrer algum distúrbio renal; 3% disseram ter receio de desenvolver uma doença cardíaca e 21%, de morrer. A maioria, todavia, teme a amputação de algum membro (32%) e ficar cega (32%).</p>
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		<title>Fatores de risco para o coração</title>
		<link>https://cardiolifeclinica.com.br/2020/05/06/fatores-de-risco-para-o-coracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 02:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[sedentarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Colesterol O LDL Colesterol ou Colesterol Ruim é o colesterol que se deposita em nossas artérias. Com o passar dos anos o entupimento vai se tornando mais grave e a parede das artérias tornam-se frágeis, sendo que sua oclusão pode ocasionar infarto, derrame ou insuficiência de circulação nas pernas. O LDL pode ser tratado com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3><strong>Colesterol</strong></h3>



<p>O LDL Colesterol ou Colesterol Ruim é o colesterol que se deposita em nossas artérias. Com o passar dos anos o entupimento vai se tornando mais grave e a parede das artérias tornam-se frágeis, sendo que sua oclusão pode ocasionar infarto, derrame ou insuficiência de circulação nas pernas.</p>



<p>O LDL pode ser tratado com dieta, exercícios e medicamentos.</p>



<p>O HDL Colesterol ou Colesterol Bom é aquele que protege o coração, pois retira o Colesterol Ruim da circulação e protege o entupimento das artérias.</p>



<p>Seu nível pode ser aumentado com exercícios físicos, alimentação, perda de peso e com medicamentos.</p>



<h3><strong>Diabetes</strong></h3>



<p>Quem tem diabetes é considerado um paciente de alto risco para desenvolver doenças cardíacas. A diabetes facilita o processo de aterosclerose e aumenta muito o risco de infarto. Quem tem histórico familiar, excesso de peso ou se alimenta mal, tem grandes riscos.</p>



<p>Pode ser facilmente diagnosticado com exame de sangue e existem diversos medicamentos para seu tratamento.</p>



<h3><strong>Hipertensão Arterial ou Pressão Alta</strong></h3>



<p>É uma doença que afeta uma em cada cinco pessoas. Pode aparecer em qualquer idade e geralmente os sintomas são pouco aparentes. O único modo de saber é medindo a pressão frequentemente. Isto deve ser feito desde jovem.</p>



<p>A Hipertensão se não for tratada pode levar ao infarto, derrame, insuficiência cardíaca e renal. Tudo isso pode ser prevenido mudando hábitos de vida ou tomando remédios.</p>



<p>Para prevenir evite sal em excesso, reduza seu peso e meça sua pressão frequentemente.</p>



<h3><strong>Tabagismo</strong></h3>



<p>Além do risco do infarto, aumenta o risco de derrame, câncer e insuficiência de pulmão. O benefício de parar de fumar ocorre a qualquer tempo ou idade. Quanto antes parar, menor o risco.</p>



<p>Hoje existem novas terapias, só depende da vontade de cada um para dar o primeiro passo. Não espere algo grave acontecer com sua saúde, tome você a iniciativa de parar de fumar.</p>



<h3><strong>Obesidade</strong></h3>



<p>As mudanças trazidas pelo progresso, como a diminuição da atividade física e mudanças alimentares fez aumentar o número de obesos. A obesidade abdominal com circunferência da cintura maior que 102 cm em homens e maior que 88 cm em mulheres, é um importante fator de risco para doenças cardiovasculares. Além disso, a obesidade aumenta a incidência de diabetes, pressão alta, colesterol e triglicerídeos elevados.</p>



<h3><strong>Estresse</strong></h3>



<p>Cada vez mais o estresse é comum no mundo moderno. Aumenta o risco de hipertensão, infarto, arritmia e interferências no nosso metabolismo. Depende muito mais de nossa atitude ao encarar os problemas. Aprenda a relaxar.</p>



<h3><strong>Sedentarismo</strong></h3>



<p>A falta de exercícios físicos além de aumentar o stress contribui para o aumento de peso, para hipertensão, diabetes e colesterol. Fazer exercícios depende só de sua vontade. Dedique um tempo à sua saúde.</p>
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