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	<title>doençascardíacas &#8211; Cardio Life</title>
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	<description>Clínica Cardiológica em Itapema</description>
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	<title>doençascardíacas &#8211; Cardio Life</title>
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		<title>Doenças do coração e riscos cardiovasculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 14:09:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardiovasculares]]></category>
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					<description><![CDATA[As doenças cardiovasculares podem afetar o coração e os vasos sanguíneos, sendo responsáveis por 1/3 de todos os óbitos do mundo. Além do grande número de mortes na população, elas também são responsáveis pelas morbidades, ou seja, as consequências que afetam os portadores das doenças, como: ☑️ Doença Coronariana: Doenças dos vasos sanguíneos que irrigam [&#8230;]]]></description>
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<p>As doenças cardiovasculares podem afetar o coração e os vasos sanguíneos, sendo responsáveis por 1/3 de todos os óbitos do mundo. Além do grande número de mortes na população, elas também são responsáveis pelas morbidades, ou seja, as consequências que afetam os portadores das doenças, como:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Doença Coronariana: Doenças dos vasos sanguíneos que irrigam o coração (artérias coronárias), determinando, por exemplo, o infarto, que é a obstrução de um desses vasos;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Doenças Cerebrovasculares: Doenças dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro e que podem determinar os “AVCs”, ou seja, os acidentes vasculares cerebrais.</p>



<p>Os fatores de risco cardiovasculares são aqueles que aumentam a probabilidade da ocorrência da doença, em determinado período de tempo, como:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Idade acima 70 anos;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Hipertensão arterial;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Colesterol elevado;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Tabagismo;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Diabetes;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Sedentarismo;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Obesidade;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Histórico familiar de doença cardíaca;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fatores psicossociais.</p>



<p>Além disso, temos os fatores de risco modificáveis ou evitáveis, ou seja, sobre os quais podemos exercer alguma influência, como sedentarismo e obesidade; e aqueles não modificáveis, em que não podemos interferir, como a idade e a genética.</p>



<p>Considerando então a importância do controle dos fatores de risco para doenças do coração e a necessidade de uma atenção especial para as medidas de prevenção, relembramos as principais medidas:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Alimentação saudável: Quanto mais “in natura” o alimento, maior o benefício para a saúde, com redução de gorduras saturadas (de origem animal), sal, conservantes e corantes;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Manutenção de um estilo de vida ativo: As atividades físicas são as atividades realizadas no dia a dia, com algum grau de movimento muscular, mas sem necessariamente um objetivo específico, como o que ocorre nos esportes. Para a “saúde do coração” e redução do risco das doenças cardiovasculares, há necessidade de se manter um estilo de vida ativo, ou seja, com atividades que tenham algum gasto energético;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Controle adequado do peso: A obesidade é uma alteração corporal que envolve excesso de gordura e faz com que ocorra um aumento do risco de problemas de saúde, principalmente no coração. Geralmente, a obesidade resulta de um desbalanço entre a ingestão de um maior número de calorias do que aquelas que são gastas nas atividades de vida diária. Sabe-se que a obesidade está relacionada com a saúde do coração e deve ser combatida com uma alimentação saudável e balanceada, além de um estilo de vida ativo e realização de exercícios físicos regularmente;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Interrupção do tabagismo: O cigarro é uma das maiores causas de mortes evitáveis no mundo e um importante fator de risco das doenças cardiovasculares, principalmente a angina e o infarto. Os homens fumantes têm três vezes mais chances de ter um infarto, se comparado aos homens não fumantes. Nas mulheres, esse risco é ainda maior. E não são apenas os fumantes que têm mais chances de sofrer um infarto. O fumante passivo, que é uma pessoa que se expõe diariamente à fumaça do cigarro, também tem um risco aumentado de desenvolver doenças do coração em relação àqueles que não se expõem a tais fatores.</p>



<p>Cuide do seu coração! Diante de qualquer dúvida ou sintomas, procure ajuda médica! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sírio-Libanês. </em><strong>Doenças do coração e riscos cardiovasculares. </strong>Disponível em &lt; <a href="https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/doencas-do-coracao-e-riscos-cardiovasculares.aspx">www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/doencas-do-coracao-e-riscos-cardiovasculares.aspx</a> &gt;</p>
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		<title>Doenças cardiovasculares são as complicações mais graves do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2021 15:10:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Diabetes é uma doença crônica que afeta a maneira como o corpo metaboliza a glicose e atinge cerca de 250 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, 16 milhões de indivíduos têm Diabetes, ou seja, um em cada nove adultos, e estima-se que 46% deles não sabem. Acima de 50% daqueles que possuem alguma [&#8230;]]]></description>
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<p>O Diabetes é uma doença crônica que afeta a maneira como o corpo metaboliza a glicose e atinge cerca de 250 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, 16 milhões de indivíduos têm Diabetes, ou seja, um em cada nove adultos, e estima-se que 46% deles não sabem. Acima de 50% daqueles que possuem alguma doença cardíaca possui também algum transtorno relacionado à glicose no organismo e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) destaca que mais de dois terços das pessoas que morrem do coração têm Diabetes e acima de 80% das mortes por Diabetes estão relacionadas a problemas cardíacos e renais, ou seja, vasculares.</p>



<p>O Diabetes com a Hipertensão Arterial são as doenças mais prevalentes na população brasileira. Acreditamos que no Brasil tenhamos mais de 16 milhões de pessoas com diabetes e o grande problema é que a sua principal complicação é a doença cardiovascular. Mais de 80% dos diabéticos morrem de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) ou doença renal, que também é uma doença vascular.</p>



<p>A descoberta da insulina, há um século, permitiu que as pessoas pudessem viver e envelhecer, e com o envelhecimento no Diabetes veio a doença cardiovascular. Geralmente o paciente só é diagnosticado quando apresenta lesão na retina, ou no rim, disfunção erétil ou doença cardíaca, por exemplo. Nesses casos, o diabetes evoluiu silenciosamente sem ser detectado e a confirmação tardia pode trazer complicações irreversíveis. O diagnóstico precoce é fundamental para prevenir ou minimizar tais problemas.</p>



<p>A OMS projeta que em 2025 haverá 2,3 bilhões de pessoas com sobrepeso e mais de 700 milhões de obesos no planeta, aumentando, consequentemente, o número de pessoas com Diabetes. Com isso, também se estará mais propenso à Hipertensão Arterial, dislipidemias e doença aterosclerótica, que compromete os vasos sanguíneos, o cérebro, as artérias coronárias e os rins.</p>



<p>O grande desafio em um país com mais da metade da população com excesso de peso e mais de quatro milhões de pessoas tomando insulina é fazer a prevenção da doença cardiovascular para evitar que o Diabetes progrida. Isso se faz, primeiramente, tomando corretamente as medicações para o controle da glicose, e mudando o estilo de vida, ou seja, realizando atividade física &#8211; desde caminhadas, corridas, andar de bicicleta. O melhor esporte é aquele que os indivíduos têm vontade de praticar.</p>



<p><em>FONTE: Sociedade Brasileira de Cardiologia</em></p>



<p>REFERÊNCIA:</p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Doenças cardiovasculares são as complicações mais graves do diabetes. </strong>Disponível em &lt;www.portal.cardiol.br/post/doenças-cardiovasculares-são-as-complicações-mais-graves-do-diabetes&gt;</p>
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		<title>Diagnóstico e tratamento precoces são essenciais em casos de cardiopatias congênitas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 15:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Doençascongênitas]]></category>
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					<description><![CDATA[As cardiopatias congênitas compõem um grupo de doenças que figura como a terceira principal causa de mortalidade infantil e, por não serem evitáveis, o diagnóstico e o tratamento precoces podem, na maioria dos casos, reverter as enfermidades. As cardiopatias congênitas são anormalidades na estrutura do aparelho cardiocirculatório, secundárias a uma alteração no desenvolvimento embrionário. Elas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As cardiopatias congênitas compõem um grupo de doenças que figura como a terceira principal causa de mortalidade infantil e, por não serem evitáveis, o diagnóstico e o tratamento precoces podem, na maioria dos casos, reverter as enfermidades.</p>



<p>As cardiopatias congênitas são anormalidades na estrutura do aparelho cardiocirculatório, secundárias a uma alteração no desenvolvimento embrionário. Elas podem surgir nas primeiras oito semanas da gestação &#8211; momento em que é formado o coração do bebê &#8211; e causar insuficiência circulatória e respiratória.</p>



<p>As cardiopatias constituem as malformações congênitas mais frequentes ao nascimento, estando presentes em aproximadamente 1 em cada 100 recém-nascidos vivos, o que representa aproximadamente 29 mil novos casos por ano no Brasil. Constituem uma das principais causas de morte na primeira infância, e a terceira maior causa de mortalidade neonatal em nosso país. Infelizmente, uma parcela significativa das crianças portadoras dessas anomalias não é diagnosticada e/ou tratada adequadamente, com grave risco de óbito ou sequelas graves.</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade por malformação congênita do aparelho circulatório registrada no país é superior à taxa de incidência. Das, aproximadamente, 29 mil crianças nascidas por ano com cardiopatia congênita, cerca de 6% morrem antes de completar o primeiro ano de vida. Na forma grave da doença após o nascimento, ela pode ser responsável por 30% dos óbitos no período neonatal.</p>



<p>Portanto, o acompanhamento médico no pré-natal é de extrema importância para o diagnóstico, caso existam fatores que levantem a suspeita clínica de problemas cardíaco-fetais. O ultrassom morfológico também pode apontar indícios de cardiopatia. Há ainda o teste de coraçãozinho feito antes da alta hospitalar, entre 24 e 48 horas após o nascimento.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Diagnóstico e tratamento precoces são essenciais em casos de cardiopatias congênitas. </strong>Disponível &lt;www.portal.cardiol.br/post/diagnóstico-e-tratamento-precoces-são-essenciais-em-casos-de-cardiopatias-congênitas&gt;</p>
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		<title>Tratar hipertensão e controlar os fatores de risco evitam em 80% as doenças cardiovasculares</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2021 18:24:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC – revela que o tratamento da HIPERTENSÃO e o controle dos principais FATORES DE RISCO para o coração, como controlar o colesterol, evitar o estresse, praticar exercícios regulares e ter uma alimentação saudável podem reduzir em até 80% as doenças cardiovasculares, segundo as conclusões dos mais recentes estudos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC – revela que o tratamento da HIPERTENSÃO e o controle dos principais FATORES DE RISCO para o coração, como controlar o colesterol, evitar o estresse, praticar exercícios regulares e ter uma alimentação saudável podem reduzir em até 80% as doenças cardiovasculares, segundo as conclusões dos mais recentes estudos e diretrizes nacionais e internacionais avaliados pela entidade. A análise faz parte de um novo posicionamento mundial do qual a SBC integra para a prevenção cardiovascular.</p>



<p>“Não há nada mais importante do que PREVENIR e a maioria das ações, médicos e população já conhecem amplamente, bastam ser implantadas”, esclarece o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC, Fernando Costa. O especialista destaca que, nas últimas três décadas, houve uma DIMINUIÇÃO DA INCIDÊNCIA DA HIPERTENSÃO de 36,1% para 31% da população adulta, conforme estudo feito pela SBC com base em 40 trabalhos científicos realizados em todo o Brasil e publicado na 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial.</p>



<p>As doenças cardiovasculares matam, segundo o Cardiômetro da SBC, cerca de 400 mil pessoas por ano no Brasil e a HIPERTENSÃO é um dos principais FATORES DE RISCO. Tratar a doença pode reduzir em até 70% as internações por emergências cardiovasculares e diminuir o número de infartos e AVCs.</p>



<p>Segundo levantamento da SBC, em 2017, foram realizados 1.130.692 internações por doenças cardiovasculares, sendo que 929.528 (82,20%) foram de forma emergencial. Para os homens, a relação foi ainda maior: 84% em caráter de urgência, enquanto para as mulheres foi de 79%.</p>



<p><strong>ALIMENTAÇÃO COMO ALIADA:</strong></p>



<p>Em conscientização ao Dia Mundial da Hipertensão Arterial, relembramos que a alimentação pode ter um fator determinante, associada à prática de atividade física, na PREVENÇÃO DA HIPERTENSÃO. Reduzir o sal e consumir alguns alimentos de forma equilibrada contribuem no controle da doença.</p>



<p><em><strong>REFERÊNCIA:</strong></em></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Tratar hipertensão e controlar os fatores de risco evitam em 80% as doenças cardiovasculares </strong>Disponível em &lt;<a href="https://www.portal.cardiol.br/post/tratar-hipertens%C3%A3o-e-controlar-os-fatores-de-risco-evitam-em-80-as-doen%C3%A7as-cardiovasculares">www.portal.cardiol.br/post/tratar-hipertens%C3%A3o-e-controlar-os-fatores-de-risco-evitam-em-80-as-doen%C3%A7as-cardiovasculares</a>&gt;</p>
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		<title>Risco de doenças cardíacas aumenta após a menopausa</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 15:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[O coração feminino também precisa de atenção. Após os 40 anos, o risco de doenças cardiovasculares aumenta, mas depois dos 50, quando a mulher normalmente entra na menopausa, ele cresce ainda mais: há um aumento de 30% no número de casos de infarto e cirurgias cardíacas em mulheres nesse período. O hormônio estrogênio é um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O coração feminino também precisa de atenção. Após os 40 anos, o risco de doenças cardiovasculares aumenta, mas depois dos 50, quando a mulher normalmente entra na menopausa, ele cresce ainda mais: há um aumento de 30% no número de casos de infarto e cirurgias cardíacas em mulheres nesse período.</p>



<p>O hormônio estrogênio é um protetor e aliado do coração, pois estimula a dilatação dos vasos, facilitando o fluxo sanguíneo. Com a chegada da menopausa, o nível desse hormônio diminui, o que aumenta o risco do desenvolvimento de algumas doenças. Assim, quem tem menopausa precoce também fica vulnerável mais cedo a doenças cardiovasculares, pois os níveis de estrogênio começam a baixar antes.&nbsp;</p>



<p>Hoje, 30% das pessoas que sofrem infarto são do sexo feminino, e a cada ano elas estão mais expostas ao risco. Se somarmos problemas cardíacos e cerebrovasculares, como AVC, o número de mortes chega a ser seis vezes maior que as causadas por câncer de mama.</p>



<p><strong>FATORES DE RISCO:</strong></p>



<p>As mulheres estão a cada ano mais expostas ao risco de doenças cardiovasculares, pois cerca de 40% apresentam aumento da circunferência abdominal, mais de 20% fumam, 18% são ex-fumantes, 23% têm seus níveis de pressão arterial acima do preconizado e 21% possuem alteração dos níveis de colesterol. Todos esses são fatores de risco para doenças cardíacas.</p>



<p>Mulheres com histórico familiar de doenças cardiovasculares ou que tiveram doenças inflamatórias, doenças autoimunes e obesidade também têm mais risco de desenvolver problemas cardíacos. O risco pode ser maior para quem usa determinados tipos de anticoncepcional, por isso é indicado buscar orientação médica antes de começar a tomar pílula. É preciso atenção especial para a dupla anticoncepcional e fumo, pois a pílula altera a produção hormonal, enquanto o cigarro predispõe a reações inflamatórias.</p>



<p>O sedentarismo também deve ser combatido. A atividade física deixa os vasos mais dilatados, facilitando o fluxo sanguíneo, e ajuda a controlar melhor o peso, a pressão arterial e a frequência cardíaca.</p>



<p>O estresse é outro fator relevante. Quando passamos por uma situação estressante, nosso cérebro estimula glândulas a secretar determinados hormônios que aumentam a pressão arterial e a frequência cardíaca. Quem vive sob estresse contínuo acaba passando por esse processo muitas vezes, o que pode desencadear eventos cardíacos mais graves. Além disso, existe a questão psicológica: pessoas muito estressadas podem desenvolver estados depressivos.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2757.png" alt="❗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />É fundamental realizar avaliações médicas periódicas. Aquelas que já se enquadram no grupo de risco (que inclui&nbsp;hipertensão,&nbsp;diabetes, obesidade, tabagismo, colesterol alto, estresse, sedentarismo e histórico familiar) não devem esperar o período da menopausa para ir ao médico, mas procurá-lo antes dos 30 anos. Após os 40, é indicado que a mulher compareça a consultas periódicas, pois já está na fase da pré-menopausa e o nível de estrogênio começa a cair. Depois dos 50, é indispensável fazer uma avaliação, no mínimo, uma vez por ano.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Drauzio Varella.&nbsp;</em><strong>Risco de doenças cardíacas aumenta após a menopausa.&nbsp;</strong>Disponível em &lt; <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/mulher-2/risco-de-doencas-cardiacas-aumenta-apos-a-menopausa/#:~:text=O%20cora%C3%A7%C3%A3o%20feminino%20precisa%20de,nesse%20per%C3%ADodo%2C%20segundo%20a%20dra">https://drauziovarella.uol.com.br/mulher-2/risco-de-doencas-cardiacas-aumenta-apos-a-menopausa/#:~:text=O%20cora%C3%A7%C3%A3o%20feminino%20precisa%20de,nesse%20per%C3%ADodo%2C%20segundo%20a%20dra</a>.&gt;</p>
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		<title>Diabéticos desconhecem complicações da doença</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 15:01:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[coração]]></category>
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<p>O DIABETES é uma doença crônica que faz milhões de vítimas a cada ano. Só no Brasil, são 14 milhões de portadores (cerca de 10% da população), sem contar as pessoas que não sabem que têm a doença ou ainda não receberam o diagnóstico. O tipo 2 da doença é mais comum (corresponde a 90% dos casos) e ocorre por dois fatores: insuficiência na produção de insulina ou resistência a ela. Embora a doença possa ser PREVENIDA e TRATADA, minimizando, assim, suas complicações, isso dificilmente é levado em consideração por grande parte dos pacientes.</p>



<p>Aproximadamente METADE da população brasileira NÃO está ciente das complicações decorrentes da doença, cujo surgimento poderia ser evitado ou, pelo menos, adiado por meio de um controle adequado. É o que aponta a pesquisa “Diabetes sem Complicações”, realizada em maio de 2016 pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), em parceria com o Ibope Inteligência e com o apoio de duas farmacêuticas. A pesquisa contou com a participação de 600 internautas, sendo 145 pacientes com diabetes, de diversas capitais do país.</p>



<p>Na opinião do Dr. Luiz Turatti, presidente da SBD, há um desconhecimento acerca da PREVENÇÃO da doença, ou seja, grande parte dos brasileiros não associa que HÁBITOS SAUDÁVEIS podem evitar o problema. Dieta adequada, contendo legumes, verduras, fibras e carnes magras, além da prática diária de EXERCÍCIOS FÍSICOS e controle da PRESSÃO ARTERIAL são os pilares fundamentais da PREVENÇÃO DO DIABETES.</p>



<p>Mas, segundo o Dr. Bruno Geloneze, endocrinologista e coordenador do Laboratório de Investigação em Metabolismo e Diabetes da Universidade de Campinas (Unicamp), as pessoas não têm consciência da GRAVIDADE da doença e acham normal conviver com índices de glicose acima de 200 mg/dL, já que os sintomas da hiperglicemia não são tão aparentes. “É comum os pacientes dizerem: ‘meu açúcar é só um pouco alto’. As pessoas têm dificuldade de compreender as possíveis complicações que podem surgir se o DIABETES NÃO FOR CONTROLADO. Quase sempre há uma negação em relação à doença.”</p>



<p>Para se ter uma ideia, até 40% dos indivíduos com DIABETES desenvolvem problemas nos rins. Além disso, esses pacientes apresentam um risco de duas a quatro vezes maior de morrer devido a uma DOENÇA CARDIOVASCULAR, como infarto e AVC.&nbsp;</p>



<p>Apesar da alta prevalência de complicações, grande parte dos pacientes desconhece muitas delas. Quando questionados sobre o maior medo em relação ao DIABETES, apenas 6% afirmaram temer sofrer algum distúrbio renal; 3% disseram ter receio de desenvolver uma doença cardíaca e 21%, de morrer. A maioria, todavia, teme a amputação de algum membro (32%) e ficar cega (32%).</p>
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