<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cardiologia &#8211; Cardio Life</title>
	<atom:link href="https://cardiolifeclinica.com.br/tag/cardiologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cardiolifeclinica.com.br</link>
	<description>Clínica Cardiológica em Itapema</description>
	<lastBuildDate>Wed, 20 Oct 2021 12:22:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.4.21</generator>

<image>
	<url>https://cardiolifeclinica.com.br/wp-content/uploads/2020/06/cropped-favicon-cardiolife-32x32.png</url>
	<title>Cardiologia &#8211; Cardio Life</title>
	<link>https://cardiolifeclinica.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Doenças cardiovasculares em mulheres já ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero</title>
		<link>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/10/20/doencas-cardiovasculares-em-mulheres-ja-ultrapassam-as-estatisticas-de-cancer-de-mama-e-de-utero/</link>
					<comments>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/10/20/doencas-cardiovasculares-em-mulheres-ja-ultrapassam-as-estatisticas-de-cancer-de-mama-e-de-utero/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 12:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cardiolifeclinica.com.br/?p=434</guid>

					<description><![CDATA[Já passou o tempo de acreditar que problemas no coração era “coisa de homem”. As doenças cardiovasculares no sexo feminino já ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero. Segundo a Organização Mundial da Saúde, as cardiopatias respondem por um terço das mortes de mulheres no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já passou o tempo de acreditar que problemas no coração era “coisa de homem”. As doenças cardiovasculares no sexo feminino já ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero. Segundo a Organização Mundial da Saúde, as cardiopatias respondem por um terço das mortes de mulheres no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por ano, ou seja, mais de 23 mil por dia. Entre as brasileiras, principalmente acima dos 40 anos, as doenças do coração chegam a representar 30% das causas de morte, a maior taxa da América Latina.</p>



<p>Estudo feito a partir dos dados da plataforma online Estatísticas Cardiovascular Brasil: 2020, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, mostrou que a predominância de doenças cardiovasculares é muito maior nas mulheres entre 15 e 49 anos e que vem aumentando as mortes por doenças isquêmicas, como o infarto do miocárdio, nas mais jovens.</p>



<p>“A prevalência de infarto do miocárdio em mulheres está aumentando. Segundo relatório de 2021, da Associação Americana de Cardiologia, a sobrevida depois do infarto é de 8,2 anos para homens e apenas 5,5 anos para mulheres. Elas sobrevivem menos tempo. Nos indivíduos que infartaram, a porcentagem de ser recorrente é de 17% para homens e 21% para mulheres, e são as jovens que necessitam da nossa atenção”, destacou a professora e diretora de pesquisa cardiovascular intervencionista e ensaios clínicos do Zena and Michael A. Weiner Cardiovascular Institute, Roxana Mehran.</p>



<p>O infarto do miocárdio está bastante relacionado a sintomas atípicos e que as mulheres apresentam com mais frequência, como ardência na pele, dor no pescoço, nos ombros, no rosto, na mandíbula, e, posteriormente, falta de ar, fadiga incomum e até mesmo palpitações. Nelas, a doença se associa ao estresse mental, emocional e psicossomático.</p>



<p>As mulheres são conhecidas por terem dupla e até tripla jornada, ao se dividirem entre o trabalho, cuidado com os filhos e afazeres domésticos. Isso eleva o estresse, associado, muitas vezes, à falta de atividade física, má alimentação, tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas.</p>



<p>Os sintomas de doenças cardiovasculares nelas podem ser resumidos a uma dor mais genérica e de difícil diagnóstico, o que faz com que muitas nem sequer procurem ajuda médica ou não sejam tratadas corretamente. É preciso atenção aos sintomas do infarto, que no sexo feminino são, geralmente, diferentes da clássica dor no peito relatada por homens, como náuseas, vômitos, dor nas costas e no pescoço, falta de ar e indigestão.</p>



<p>O coração da mulher é ligeiramente menor do que o do homem (cerca de dois terços do tamanho) e sua fisiologia é um tanto diferente. Pesquisas já atestaram que as suas frequências cardíacas médias, por exemplo, são mais aceleradas. As mulheres também têm artérias coronárias mais finas e maior tendência a sofrer com bloqueios não apenas nas artérias principais, mas também nas menores, que fornecem sangue ao coração. Por isso, quando infartam, descrevem a dor no peito como uma pressão ou aperto, e não como uma dor lancinante.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Mulheres sobrevivem menos ao infarto do que homens. </strong>Disponível em &lt;www.portal.cardiol.br/post/mulheres-sobrevivem-menos-ao-infarto-do-que-homens&gt;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/10/20/doencas-cardiovasculares-em-mulheres-ja-ultrapassam-as-estatisticas-de-cancer-de-mama-e-de-utero/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mulheres gestantes também devem ser acompanhadas por Cardiologista</title>
		<link>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/09/09/mulheres-gestantes-tambem-devem-ser-acompanhadas-por-cardiologista/</link>
					<comments>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/09/09/mulheres-gestantes-tambem-devem-ser-acompanhadas-por-cardiologista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 16:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cardiolifeclinica.com.br/?p=430</guid>

					<description><![CDATA[Durante a gravidez, o acompanhamento do Cardiologista é fundamental, pois as mudanças ocorridas no corpo da mulher são dinâmicas e se assemelham a uma prova de esforço que desencadeia alterações cardiovasculares e sistêmicas que podem descompensar a estabilidade da doença cardíaca. Aliás, algumas doenças cardiovasculares são mais frequentes em mulheres grávidas, em comparação com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante a gravidez, o acompanhamento do Cardiologista é fundamental, pois as mudanças ocorridas no corpo da mulher são dinâmicas e se assemelham a uma prova de esforço que desencadeia alterações cardiovasculares e sistêmicas que podem descompensar a estabilidade da doença cardíaca.</p>



<p>Aliás, algumas doenças cardiovasculares são mais frequentes em mulheres grávidas, em comparação com a incidência em mulheres de mesma idade não gestantes, portanto a gestação acaba sendo um fator de risco para essas patologias, em especial o infarto agudo do miocárdio, que pode ser um evento grave tanto para a mãe quanto para o bebê.</p>



<p>O Departamento de Cardiologia da Mulher (DCM), da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), reforça que a gestação acarreta profundas modificações adaptativas no organismo da mulher, como aumento progressivo de líquido circulante, aumento da frequência cardíaca, anemia fisiológica da gestação (hemodiluição), aumento do metabolismo materno para suprir as necessidades do feto, alterações de coagulação, que aumenta o risco de trombose no fim da gravidez e início do puerpério e, principalmente, pela alteração na parede dos vasos sanguíneos maternos por ação dos hormônios de gestação que causa uma “fragilidade” dessas artérias. Todos esses fatores combinados elevam o risco de infarto na gestação.</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) nos diz que mais de 800 mulheres morrem diariamente em relação à gravidez e a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu uma meta de desenvolvimento do milênio para podermos reduzir essa mortalidade pelo menos em 75%. Muitos países não conseguiram reduzir isso. O Brasil melhorou e reduziu a mortalidade materna para 50%, são 62 mortes para cada 100 mil habitantes.</p>



<p>Muitas das mudanças fisiológicas durante a gestação aumentam o risco de descompensação cardiovascular. Para se ter uma gestação bem sucedida é preciso uma combinação de fatores: é preciso considerar a anemia relativa, trombofilia, mudanças no tônus vascular e no tecido conectivo. A avaliação de risco pré-gravidez é indicada para todas as mulheres com doença cardiovascular suspeita ou conhecida.</p>



<p>O ideal é que ocorra planejamento para o parto de 28 a 32 semanas. O parto vaginal tem que ser feito quando possível e as complicações pós-parto são comuns nos primeiros 42 dias.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Mulheres gestantes também devem ser acompanhadas por cardiologista. </strong>Disponível em &lt;www.portal.cardiol.br/post/mulheres-gestantes-também-devem-ser-acompanhadas-por-cardiologista&gt;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/09/09/mulheres-gestantes-tambem-devem-ser-acompanhadas-por-cardiologista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tratar hipertensão e controlar os fatores de risco evitam em 80% as doenças cardiovasculares</title>
		<link>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/05/17/tratar-hipertensao-e-controlar-os-fatores-de-risco-evitam-em-80-as-doencas-cardiovasculares/</link>
					<comments>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/05/17/tratar-hipertensao-e-controlar-os-fatores-de-risco-evitam-em-80-as-doencas-cardiovasculares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 18:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cardiolifeclinica.com.br/?p=413</guid>

					<description><![CDATA[A Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC – revela que o tratamento da HIPERTENSÃO e o controle dos principais FATORES DE RISCO para o coração, como controlar o colesterol, evitar o estresse, praticar exercícios regulares e ter uma alimentação saudável podem reduzir em até 80% as doenças cardiovasculares, segundo as conclusões dos mais recentes estudos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC – revela que o tratamento da HIPERTENSÃO e o controle dos principais FATORES DE RISCO para o coração, como controlar o colesterol, evitar o estresse, praticar exercícios regulares e ter uma alimentação saudável podem reduzir em até 80% as doenças cardiovasculares, segundo as conclusões dos mais recentes estudos e diretrizes nacionais e internacionais avaliados pela entidade. A análise faz parte de um novo posicionamento mundial do qual a SBC integra para a prevenção cardiovascular.</p>



<p>“Não há nada mais importante do que PREVENIR e a maioria das ações, médicos e população já conhecem amplamente, bastam ser implantadas”, esclarece o diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC, Fernando Costa. O especialista destaca que, nas últimas três décadas, houve uma DIMINUIÇÃO DA INCIDÊNCIA DA HIPERTENSÃO de 36,1% para 31% da população adulta, conforme estudo feito pela SBC com base em 40 trabalhos científicos realizados em todo o Brasil e publicado na 7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial.</p>



<p>As doenças cardiovasculares matam, segundo o Cardiômetro da SBC, cerca de 400 mil pessoas por ano no Brasil e a HIPERTENSÃO é um dos principais FATORES DE RISCO. Tratar a doença pode reduzir em até 70% as internações por emergências cardiovasculares e diminuir o número de infartos e AVCs.</p>



<p>Segundo levantamento da SBC, em 2017, foram realizados 1.130.692 internações por doenças cardiovasculares, sendo que 929.528 (82,20%) foram de forma emergencial. Para os homens, a relação foi ainda maior: 84% em caráter de urgência, enquanto para as mulheres foi de 79%.</p>



<p><strong>ALIMENTAÇÃO COMO ALIADA:</strong></p>



<p>Em conscientização ao Dia Mundial da Hipertensão Arterial, relembramos que a alimentação pode ter um fator determinante, associada à prática de atividade física, na PREVENÇÃO DA HIPERTENSÃO. Reduzir o sal e consumir alguns alimentos de forma equilibrada contribuem no controle da doença.</p>



<p><em><strong>REFERÊNCIA:</strong></em></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Tratar hipertensão e controlar os fatores de risco evitam em 80% as doenças cardiovasculares </strong>Disponível em &lt;<a href="https://www.portal.cardiol.br/post/tratar-hipertens%C3%A3o-e-controlar-os-fatores-de-risco-evitam-em-80-as-doen%C3%A7as-cardiovasculares">www.portal.cardiol.br/post/tratar-hipertens%C3%A3o-e-controlar-os-fatores-de-risco-evitam-em-80-as-doen%C3%A7as-cardiovasculares</a>&gt;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/05/17/tratar-hipertensao-e-controlar-os-fatores-de-risco-evitam-em-80-as-doencas-cardiovasculares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Risco de doenças cardíacas aumenta após a menopausa</title>
		<link>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/04/05/risco-de-doencas-cardiacas-aumenta-apos-a-menopausa/</link>
					<comments>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/04/05/risco-de-doencas-cardiacas-aumenta-apos-a-menopausa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 15:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[Menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cardiolifeclinica.com.br/?p=409</guid>

					<description><![CDATA[O coração feminino também precisa de atenção. Após os 40 anos, o risco de doenças cardiovasculares aumenta, mas depois dos 50, quando a mulher normalmente entra na menopausa, ele cresce ainda mais: há um aumento de 30% no número de casos de infarto e cirurgias cardíacas em mulheres nesse período. O hormônio estrogênio é um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O coração feminino também precisa de atenção. Após os 40 anos, o risco de doenças cardiovasculares aumenta, mas depois dos 50, quando a mulher normalmente entra na menopausa, ele cresce ainda mais: há um aumento de 30% no número de casos de infarto e cirurgias cardíacas em mulheres nesse período.</p>



<p>O hormônio estrogênio é um protetor e aliado do coração, pois estimula a dilatação dos vasos, facilitando o fluxo sanguíneo. Com a chegada da menopausa, o nível desse hormônio diminui, o que aumenta o risco do desenvolvimento de algumas doenças. Assim, quem tem menopausa precoce também fica vulnerável mais cedo a doenças cardiovasculares, pois os níveis de estrogênio começam a baixar antes.&nbsp;</p>



<p>Hoje, 30% das pessoas que sofrem infarto são do sexo feminino, e a cada ano elas estão mais expostas ao risco. Se somarmos problemas cardíacos e cerebrovasculares, como AVC, o número de mortes chega a ser seis vezes maior que as causadas por câncer de mama.</p>



<p><strong>FATORES DE RISCO:</strong></p>



<p>As mulheres estão a cada ano mais expostas ao risco de doenças cardiovasculares, pois cerca de 40% apresentam aumento da circunferência abdominal, mais de 20% fumam, 18% são ex-fumantes, 23% têm seus níveis de pressão arterial acima do preconizado e 21% possuem alteração dos níveis de colesterol. Todos esses são fatores de risco para doenças cardíacas.</p>



<p>Mulheres com histórico familiar de doenças cardiovasculares ou que tiveram doenças inflamatórias, doenças autoimunes e obesidade também têm mais risco de desenvolver problemas cardíacos. O risco pode ser maior para quem usa determinados tipos de anticoncepcional, por isso é indicado buscar orientação médica antes de começar a tomar pílula. É preciso atenção especial para a dupla anticoncepcional e fumo, pois a pílula altera a produção hormonal, enquanto o cigarro predispõe a reações inflamatórias.</p>



<p>O sedentarismo também deve ser combatido. A atividade física deixa os vasos mais dilatados, facilitando o fluxo sanguíneo, e ajuda a controlar melhor o peso, a pressão arterial e a frequência cardíaca.</p>



<p>O estresse é outro fator relevante. Quando passamos por uma situação estressante, nosso cérebro estimula glândulas a secretar determinados hormônios que aumentam a pressão arterial e a frequência cardíaca. Quem vive sob estresse contínuo acaba passando por esse processo muitas vezes, o que pode desencadear eventos cardíacos mais graves. Além disso, existe a questão psicológica: pessoas muito estressadas podem desenvolver estados depressivos.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2757.png" alt="❗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />É fundamental realizar avaliações médicas periódicas. Aquelas que já se enquadram no grupo de risco (que inclui&nbsp;hipertensão,&nbsp;diabetes, obesidade, tabagismo, colesterol alto, estresse, sedentarismo e histórico familiar) não devem esperar o período da menopausa para ir ao médico, mas procurá-lo antes dos 30 anos. Após os 40, é indicado que a mulher compareça a consultas periódicas, pois já está na fase da pré-menopausa e o nível de estrogênio começa a cair. Depois dos 50, é indispensável fazer uma avaliação, no mínimo, uma vez por ano.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Drauzio Varella.&nbsp;</em><strong>Risco de doenças cardíacas aumenta após a menopausa.&nbsp;</strong>Disponível em &lt; <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/mulher-2/risco-de-doencas-cardiacas-aumenta-apos-a-menopausa/#:~:text=O%20cora%C3%A7%C3%A3o%20feminino%20precisa%20de,nesse%20per%C3%ADodo%2C%20segundo%20a%20dra">https://drauziovarella.uol.com.br/mulher-2/risco-de-doencas-cardiacas-aumenta-apos-a-menopausa/#:~:text=O%20cora%C3%A7%C3%A3o%20feminino%20precisa%20de,nesse%20per%C3%ADodo%2C%20segundo%20a%20dra</a>.&gt;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/04/05/risco-de-doencas-cardiacas-aumenta-apos-a-menopausa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
