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	<title>Cardiologia &#8211; Cardio Life</title>
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	<description>Clínica Cardiológica em Itapema</description>
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	<title>Cardiologia &#8211; Cardio Life</title>
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		<title>Saiba o que é o sopro no coração</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 14:48:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O sopro no coração é um ruído produzido pela passagem do fluxo de sangue através das estruturas do coração. Ele pode ser funcional ou fisiológico (sopro inocente), ou patológico em decorrência de defeitos no coração. Nos adultos, predominam os sopros que aparecem como complicações de cardiopatias provocadas pela febre reumática&#160;ocorrida na infância, doença que também [&#8230;]]]></description>
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<p>O sopro no coração é um ruído produzido pela passagem do fluxo de sangue através das estruturas do coração. Ele pode ser funcional ou fisiológico (sopro inocente), ou patológico em decorrência de defeitos no coração. Nos adultos, predominam os sopros que aparecem como complicações de cardiopatias provocadas pela febre reumática&nbsp;ocorrida na infância, doença que também pode afetar o sistema nervoso central e o sistema osteoarticular.</p>



<p>SOPROS FISIOLÓGICOS: Não existe explicação precisa para o aparecimento de sopros fisiológicos. No período neonatal, por exemplo, o sistema circulatório passa por modificações e o recém-nascido pode ter sopros na área pulmonar ou da valva tricúspide que desaparecem em alguns dias. Nas crianças em idade pré-escolar, às vezes, o ecocardiograma indica a presença de um falso tendão no ventrículo esquerdo.</p>



<p>SOPROS PATOLÓGICOS: Já os sopros patológicos podem ser congênitos ou adquiridos e são provocados, por exemplo, por alterações nas valvas, ou seja, por pequenos orifícios no septo que separa o lado direito do lado esquerdo do coração, ou por comunicação entre a aorta e a artéria pulmonar.</p>



<p>Geralmente, o sopro no coração não é acompanhado por outros sinais ou sintomas, e a sua presença por si só não é grave. Entretanto, quando o sopro é causado por alguma doença que provoca dificuldades no funcionamento do coração, podem surgir sintomas que indicam dificuldades no bombeamento de sangue e oxigenação das células do corpo, sendo os principais:</p>



<ol><li>Falta de ar;</li><li>Tosse;</li><li>Palpitações;</li><li>Fraqueza;</li><li>Dor no peito;</li><li>Suor excessivo;</li><li>Inchaço no corpo;</li><li>Cansaço excessivo;</li><li>Tonturas ou desmaio.</li></ol>



<p>Diante de qualquer dúvida ou sintoma, procure ajuda médica! A saúde do seu coração agradece!</p>
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		<title>Doenças do coração e riscos cardiovasculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 14:09:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardiovasculares]]></category>
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					<description><![CDATA[As doenças cardiovasculares podem afetar o coração e os vasos sanguíneos, sendo responsáveis por 1/3 de todos os óbitos do mundo. Além do grande número de mortes na população, elas também são responsáveis pelas morbidades, ou seja, as consequências que afetam os portadores das doenças, como: ☑️ Doença Coronariana: Doenças dos vasos sanguíneos que irrigam [&#8230;]]]></description>
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<p>As doenças cardiovasculares podem afetar o coração e os vasos sanguíneos, sendo responsáveis por 1/3 de todos os óbitos do mundo. Além do grande número de mortes na população, elas também são responsáveis pelas morbidades, ou seja, as consequências que afetam os portadores das doenças, como:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Doença Coronariana: Doenças dos vasos sanguíneos que irrigam o coração (artérias coronárias), determinando, por exemplo, o infarto, que é a obstrução de um desses vasos;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Doenças Cerebrovasculares: Doenças dos vasos sanguíneos que irrigam o cérebro e que podem determinar os “AVCs”, ou seja, os acidentes vasculares cerebrais.</p>



<p>Os fatores de risco cardiovasculares são aqueles que aumentam a probabilidade da ocorrência da doença, em determinado período de tempo, como:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Idade acima 70 anos;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Hipertensão arterial;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Colesterol elevado;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Tabagismo;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Diabetes;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Sedentarismo;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Obesidade;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Histórico familiar de doença cardíaca;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fatores psicossociais.</p>



<p>Além disso, temos os fatores de risco modificáveis ou evitáveis, ou seja, sobre os quais podemos exercer alguma influência, como sedentarismo e obesidade; e aqueles não modificáveis, em que não podemos interferir, como a idade e a genética.</p>



<p>Considerando então a importância do controle dos fatores de risco para doenças do coração e a necessidade de uma atenção especial para as medidas de prevenção, relembramos as principais medidas:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Alimentação saudável: Quanto mais “in natura” o alimento, maior o benefício para a saúde, com redução de gorduras saturadas (de origem animal), sal, conservantes e corantes;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Manutenção de um estilo de vida ativo: As atividades físicas são as atividades realizadas no dia a dia, com algum grau de movimento muscular, mas sem necessariamente um objetivo específico, como o que ocorre nos esportes. Para a “saúde do coração” e redução do risco das doenças cardiovasculares, há necessidade de se manter um estilo de vida ativo, ou seja, com atividades que tenham algum gasto energético;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Controle adequado do peso: A obesidade é uma alteração corporal que envolve excesso de gordura e faz com que ocorra um aumento do risco de problemas de saúde, principalmente no coração. Geralmente, a obesidade resulta de um desbalanço entre a ingestão de um maior número de calorias do que aquelas que são gastas nas atividades de vida diária. Sabe-se que a obesidade está relacionada com a saúde do coração e deve ser combatida com uma alimentação saudável e balanceada, além de um estilo de vida ativo e realização de exercícios físicos regularmente;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Interrupção do tabagismo: O cigarro é uma das maiores causas de mortes evitáveis no mundo e um importante fator de risco das doenças cardiovasculares, principalmente a angina e o infarto. Os homens fumantes têm três vezes mais chances de ter um infarto, se comparado aos homens não fumantes. Nas mulheres, esse risco é ainda maior. E não são apenas os fumantes que têm mais chances de sofrer um infarto. O fumante passivo, que é uma pessoa que se expõe diariamente à fumaça do cigarro, também tem um risco aumentado de desenvolver doenças do coração em relação àqueles que não se expõem a tais fatores.</p>



<p>Cuide do seu coração! Diante de qualquer dúvida ou sintomas, procure ajuda médica! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sírio-Libanês. </em><strong>Doenças do coração e riscos cardiovasculares. </strong>Disponível em &lt; <a href="https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/doencas-do-coracao-e-riscos-cardiovasculares.aspx">www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/doencas-do-coracao-e-riscos-cardiovasculares.aspx</a> &gt;</p>
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		<title>Saiba como descobrir e prevenir a Hipertensão Arterial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 15:08:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Hipertensão Arterial, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que ocorre quando a pressão sanguínea nas artérias é persistentemente elevada. A doença se caracteriza por valores das pressões máxima e mínima iguais a ou maiores que 140/90 mmHg (ou 14 por 9). Se a pressão é maior que 14 por 9, isso significa [&#8230;]]]></description>
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<p>A Hipertensão Arterial, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que ocorre quando a pressão sanguínea nas artérias é persistentemente elevada. A doença se caracteriza por valores das pressões máxima e mínima iguais a ou maiores que 140/90 mmHg (ou 14 por 9). Se a pressão é maior que 14 por 9, isso significa que o coração está se esforçando excessivamente para que o sangue chegue até todo o corpo.</p>



<p>Considerada uma doença silenciosa, os sintomas da Hipertensão geralmente aparecem apenas quando a pressão sobe muito e/ou quando o paciente já está exposto à doença por muitos anos, podendo manifestar-se na forma de dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.</p>



<p>Por ser uma doença assintomática, medir a pressão regularmente é a única maneira de diagnosticar a hipertensão. Se o paciente tiver familiares hipertensos, a medição deve ocorrer com mais frequência.</p>



<p><strong>CAUSAS E TRATAMENTO:</strong></p>



<p>A Hipertensão Arterial é hereditária em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial e estão associados ao desenvolvimento da doença, como obesidade, histórico familiar, estresse e envelhecimento.</p>



<p>O melhor caminho para prevenir e controlar a doença é a adoção de hábitos saudáveis, como reduzir o consumo de sal; consumir diariamente frutas, legumes e hortaliças; evitar alimentos processados e ultraprocessados; não fumar; beber com moderação e praticar atividades físicas.</p>



<p>Diante de qualquer dúvida ou sintoma, procure ajuda médica!</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Governo do Brasil. </em><strong>Saiba como descobrir e prevenir a hipertensão arterial. </strong>Disponível em &lt;<a href="https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2021/05/saiba-como-descobrir-e-prevenir-a-hipertensao-arterial">https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2021/05/saiba-como-descobrir-e-prevenir-a-hipertensao-arterial</a>&gt;</p>
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		<title>Como as emoções afetam o coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 15:38:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pensar com a cabeça ou com coração? Muitas vezes pensamos que estes dois órgãos tão importantes estão completamente separados um do outro. No entanto, esses órgãos estão intimamente conectados e, quando suas emoções afetam adversamente seu cérebro, a saúde do coração também é afetada. Estados mentais negativos – incluindo depressão, ansiedade, solidão, raiva e estresse [&#8230;]]]></description>
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<p>Pensar com a cabeça ou com coração?</p>



<p>Muitas vezes pensamos que estes dois órgãos tão importantes estão completamente separados um do outro. No entanto, esses órgãos estão intimamente conectados e, quando suas emoções afetam adversamente seu cérebro, a saúde do coração também é afetada.</p>



<p>Estados mentais negativos – incluindo depressão, ansiedade, solidão, raiva e estresse crônico – podem aumentar o risco de doenças cardíacas ao longo do tempo ou piorar os problemas cardíacos que já existem.</p>



<p>Um dos exemplos mais marcantes é uma condição conhecida como Miocardiopatia Takotsubo, ou Síndrome do Coração Partido, em que a morte de um cônjuge, preocupações financeiras ou algum outro evento emocional enfraquece severamente o coração, causando sintomas que simulam um ataque cardíaco. Estudos demonstraram que o risco de um ataque cardíaco aumenta 21 vezes em 24 horas após a perda de um ente querido.</p>



<p>O estresse também pode ser prejudicial à saúde do coração. Pessoas sob estresse podem experimentar um aumento em sua pressão arterial e frequência cardíaca. O estresse crônico expõe o corpo a níveis insalubres e persistentemente elevados de hormônios do estresse, como o cortisol, e também pode mudar a forma como o sangue coagula. Todos esses fatores podem afetar a saúde do coração.</p>



<p><strong>CUIDADOS COM O CORAÇÃO:</strong></p>



<p>O Ministério da Saúde estima que 31,5% dos óbitos no Brasil são provocados por doenças cardiovasculares, tornando-se assim a primeira causa de morte entre os brasileiros.&nbsp; Felizmente, é possível manter a saúde do coração em dia através de quatro pequenas atitudes que fazem a diferença.</p>



<p>FAÇA EXERCÍCIOS FÍSICOS REGULARMENTE: O sedentarismo é um dos maiores fatores de risco para a obesidade e problemas cardiovasculares. Uma boa ideia para evitar esse fator de risco é encontrar um parceiro de exercícios, como um amigo, um filho ou o cônjuge, para que vocês se motivem mutuamente.&nbsp;Caminhar 30 minutos por dia, por exemplo, já fará muito bem ao coração.</p>



<p>TENHA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: Seguir uma alimentação rica em frutas, legumes, verduras, grãos integrais, leguminosas e carnes magras é essencial. Da mesma forma, é necessário evitar o consumo excessivo de açúcar e sal, pois ambos elevam o risco de doenças como diabetes e hipertensão, as quais, por sua vez, aumentam o risco cardíaco.</p>



<p>ABANDONE O TABAGISMO E EVITE O ÁLCOOL: O cigarro contém cerca de 5 mil substâncias prejudiciais à saúde em sua composição. O consumo moderado a excessivo de álcool, por sua vez, também contribui para um aumento no risco cardiovascular. O consumo elevado&nbsp;agrava ainda mais as chances de problemas cardíacos.</p>



<p>DESCANSE: O estresse causado pelo excesso de trabalho, cobranças, problemas pessoais e familiares e ansiedade, por exemplo, estimula a liberação de adrenalina e cortisol. Entre outros efeitos no organismo, essas substâncias aumentam os batimentos cardíacos, elevam a pressão arterial e favorecem o ganho de peso, que são fatores de risco para o coração.</p>



<p>REFERÊNCIA:</p>



<p><em>Superbom. </em><strong>De que modo as emoções afetam a saúde do coração. </strong>Disponível em &lt;superbom.com.br/blog/vida-emocional/que-modo-emocoes-afetam-saude-coracao-2/></p>



<p><em>Uol.</em> <strong>Como as emoções podem afetar a saúde do coração. </strong>Disponível em &lt;www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/11/14/como-as-emocoes-podem-afetar-a-saude-do-coracao.htm></p>
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		<title>Doenças cardiovasculares são as complicações mais graves do diabetes</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2021 15:10:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Diabetes é uma doença crônica que afeta a maneira como o corpo metaboliza a glicose e atinge cerca de 250 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, 16 milhões de indivíduos têm Diabetes, ou seja, um em cada nove adultos, e estima-se que 46% deles não sabem. Acima de 50% daqueles que possuem alguma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Diabetes é uma doença crônica que afeta a maneira como o corpo metaboliza a glicose e atinge cerca de 250 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, 16 milhões de indivíduos têm Diabetes, ou seja, um em cada nove adultos, e estima-se que 46% deles não sabem. Acima de 50% daqueles que possuem alguma doença cardíaca possui também algum transtorno relacionado à glicose no organismo e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) destaca que mais de dois terços das pessoas que morrem do coração têm Diabetes e acima de 80% das mortes por Diabetes estão relacionadas a problemas cardíacos e renais, ou seja, vasculares.</p>



<p>O Diabetes com a Hipertensão Arterial são as doenças mais prevalentes na população brasileira. Acreditamos que no Brasil tenhamos mais de 16 milhões de pessoas com diabetes e o grande problema é que a sua principal complicação é a doença cardiovascular. Mais de 80% dos diabéticos morrem de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) ou doença renal, que também é uma doença vascular.</p>



<p>A descoberta da insulina, há um século, permitiu que as pessoas pudessem viver e envelhecer, e com o envelhecimento no Diabetes veio a doença cardiovascular. Geralmente o paciente só é diagnosticado quando apresenta lesão na retina, ou no rim, disfunção erétil ou doença cardíaca, por exemplo. Nesses casos, o diabetes evoluiu silenciosamente sem ser detectado e a confirmação tardia pode trazer complicações irreversíveis. O diagnóstico precoce é fundamental para prevenir ou minimizar tais problemas.</p>



<p>A OMS projeta que em 2025 haverá 2,3 bilhões de pessoas com sobrepeso e mais de 700 milhões de obesos no planeta, aumentando, consequentemente, o número de pessoas com Diabetes. Com isso, também se estará mais propenso à Hipertensão Arterial, dislipidemias e doença aterosclerótica, que compromete os vasos sanguíneos, o cérebro, as artérias coronárias e os rins.</p>



<p>O grande desafio em um país com mais da metade da população com excesso de peso e mais de quatro milhões de pessoas tomando insulina é fazer a prevenção da doença cardiovascular para evitar que o Diabetes progrida. Isso se faz, primeiramente, tomando corretamente as medicações para o controle da glicose, e mudando o estilo de vida, ou seja, realizando atividade física &#8211; desde caminhadas, corridas, andar de bicicleta. O melhor esporte é aquele que os indivíduos têm vontade de praticar.</p>



<p><em>FONTE: Sociedade Brasileira de Cardiologia</em></p>



<p>REFERÊNCIA:</p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Doenças cardiovasculares são as complicações mais graves do diabetes. </strong>Disponível em &lt;www.portal.cardiol.br/post/doenças-cardiovasculares-são-as-complicações-mais-graves-do-diabetes&gt;</p>
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		<title>Doenças cardiovasculares em mulheres já ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero</title>
		<link>https://cardiolifeclinica.com.br/2021/10/20/doencas-cardiovasculares-em-mulheres-ja-ultrapassam-as-estatisticas-de-cancer-de-mama-e-de-utero/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 12:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Já passou o tempo de acreditar que problemas no coração era “coisa de homem”. As doenças cardiovasculares no sexo feminino já ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero. Segundo a Organização Mundial da Saúde, as cardiopatias respondem por um terço das mortes de mulheres no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Já passou o tempo de acreditar que problemas no coração era “coisa de homem”. As doenças cardiovasculares no sexo feminino já ultrapassam as estatísticas de câncer de mama e de útero. Segundo a Organização Mundial da Saúde, as cardiopatias respondem por um terço das mortes de mulheres no mundo, com 8,5 milhões de óbitos por ano, ou seja, mais de 23 mil por dia. Entre as brasileiras, principalmente acima dos 40 anos, as doenças do coração chegam a representar 30% das causas de morte, a maior taxa da América Latina.</p>



<p>Estudo feito a partir dos dados da plataforma online Estatísticas Cardiovascular Brasil: 2020, da Sociedade Brasileira de Cardiologia, mostrou que a predominância de doenças cardiovasculares é muito maior nas mulheres entre 15 e 49 anos e que vem aumentando as mortes por doenças isquêmicas, como o infarto do miocárdio, nas mais jovens.</p>



<p>“A prevalência de infarto do miocárdio em mulheres está aumentando. Segundo relatório de 2021, da Associação Americana de Cardiologia, a sobrevida depois do infarto é de 8,2 anos para homens e apenas 5,5 anos para mulheres. Elas sobrevivem menos tempo. Nos indivíduos que infartaram, a porcentagem de ser recorrente é de 17% para homens e 21% para mulheres, e são as jovens que necessitam da nossa atenção”, destacou a professora e diretora de pesquisa cardiovascular intervencionista e ensaios clínicos do Zena and Michael A. Weiner Cardiovascular Institute, Roxana Mehran.</p>



<p>O infarto do miocárdio está bastante relacionado a sintomas atípicos e que as mulheres apresentam com mais frequência, como ardência na pele, dor no pescoço, nos ombros, no rosto, na mandíbula, e, posteriormente, falta de ar, fadiga incomum e até mesmo palpitações. Nelas, a doença se associa ao estresse mental, emocional e psicossomático.</p>



<p>As mulheres são conhecidas por terem dupla e até tripla jornada, ao se dividirem entre o trabalho, cuidado com os filhos e afazeres domésticos. Isso eleva o estresse, associado, muitas vezes, à falta de atividade física, má alimentação, tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas.</p>



<p>Os sintomas de doenças cardiovasculares nelas podem ser resumidos a uma dor mais genérica e de difícil diagnóstico, o que faz com que muitas nem sequer procurem ajuda médica ou não sejam tratadas corretamente. É preciso atenção aos sintomas do infarto, que no sexo feminino são, geralmente, diferentes da clássica dor no peito relatada por homens, como náuseas, vômitos, dor nas costas e no pescoço, falta de ar e indigestão.</p>



<p>O coração da mulher é ligeiramente menor do que o do homem (cerca de dois terços do tamanho) e sua fisiologia é um tanto diferente. Pesquisas já atestaram que as suas frequências cardíacas médias, por exemplo, são mais aceleradas. As mulheres também têm artérias coronárias mais finas e maior tendência a sofrer com bloqueios não apenas nas artérias principais, mas também nas menores, que fornecem sangue ao coração. Por isso, quando infartam, descrevem a dor no peito como uma pressão ou aperto, e não como uma dor lancinante.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Mulheres sobrevivem menos ao infarto do que homens. </strong>Disponível em &lt;www.portal.cardiol.br/post/mulheres-sobrevivem-menos-ao-infarto-do-que-homens&gt;</p>
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		<title>Mulheres gestantes também devem ser acompanhadas por Cardiologista</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2021 16:08:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a gravidez, o acompanhamento do Cardiologista é fundamental, pois as mudanças ocorridas no corpo da mulher são dinâmicas e se assemelham a uma prova de esforço que desencadeia alterações cardiovasculares e sistêmicas que podem descompensar a estabilidade da doença cardíaca. Aliás, algumas doenças cardiovasculares são mais frequentes em mulheres grávidas, em comparação com a [&#8230;]]]></description>
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<p>Durante a gravidez, o acompanhamento do Cardiologista é fundamental, pois as mudanças ocorridas no corpo da mulher são dinâmicas e se assemelham a uma prova de esforço que desencadeia alterações cardiovasculares e sistêmicas que podem descompensar a estabilidade da doença cardíaca.</p>



<p>Aliás, algumas doenças cardiovasculares são mais frequentes em mulheres grávidas, em comparação com a incidência em mulheres de mesma idade não gestantes, portanto a gestação acaba sendo um fator de risco para essas patologias, em especial o infarto agudo do miocárdio, que pode ser um evento grave tanto para a mãe quanto para o bebê.</p>



<p>O Departamento de Cardiologia da Mulher (DCM), da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), reforça que a gestação acarreta profundas modificações adaptativas no organismo da mulher, como aumento progressivo de líquido circulante, aumento da frequência cardíaca, anemia fisiológica da gestação (hemodiluição), aumento do metabolismo materno para suprir as necessidades do feto, alterações de coagulação, que aumenta o risco de trombose no fim da gravidez e início do puerpério e, principalmente, pela alteração na parede dos vasos sanguíneos maternos por ação dos hormônios de gestação que causa uma “fragilidade” dessas artérias. Todos esses fatores combinados elevam o risco de infarto na gestação.</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) nos diz que mais de 800 mulheres morrem diariamente em relação à gravidez e a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu uma meta de desenvolvimento do milênio para podermos reduzir essa mortalidade pelo menos em 75%. Muitos países não conseguiram reduzir isso. O Brasil melhorou e reduziu a mortalidade materna para 50%, são 62 mortes para cada 100 mil habitantes.</p>



<p>Muitas das mudanças fisiológicas durante a gestação aumentam o risco de descompensação cardiovascular. Para se ter uma gestação bem sucedida é preciso uma combinação de fatores: é preciso considerar a anemia relativa, trombofilia, mudanças no tônus vascular e no tecido conectivo. A avaliação de risco pré-gravidez é indicada para todas as mulheres com doença cardiovascular suspeita ou conhecida.</p>



<p>O ideal é que ocorra planejamento para o parto de 28 a 32 semanas. O parto vaginal tem que ser feito quando possível e as complicações pós-parto são comuns nos primeiros 42 dias.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Mulheres gestantes também devem ser acompanhadas por cardiologista. </strong>Disponível em &lt;www.portal.cardiol.br/post/mulheres-gestantes-também-devem-ser-acompanhadas-por-cardiologista&gt;</p>
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		<title>Controle do Colesterol é fundamental para minimizar riscos de doenças cardiovasculares</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 15:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
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					<description><![CDATA[As doenças cardiovasculares são líderes de mortalidade no Brasil. Aproximadamente 14 milhões de brasileiros têm alguma doença no coração e mais de 380 mil morrem por ano em decorrência dessas enfermidades, o que corresponde a 30% de todas as mortes no país. Produzido no organismo, o colesterol é uma gordura com a função de manter [&#8230;]]]></description>
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<p>As doenças cardiovasculares são líderes de mortalidade no Brasil. Aproximadamente 14 milhões de brasileiros têm alguma doença no coração e mais de 380 mil morrem por ano em decorrência dessas enfermidades, o que corresponde a 30% de todas as mortes no país.</p>



<p>Produzido no organismo, o colesterol é uma gordura com a função de manter as células em funcionamento para produção de hormônios e da bile, metabolização de vitaminas, entre outras funções.</p>



<p>Existem dois tipos de colesterol presentes na corrente sanguínea. O LDL, conhecido como “ruim”, e o HDL, que protege o coração de doenças e, por isso, é considerado “bom”. Um dos motivos da alteração dos níveis de colesterol ruim é o consumo excessivo de gorduras saturadas e trans, presentes em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, derivados do leite, além de produtos ultraprocessados, como biscoitos, margarina, salgadinhos de pacote, comidas congeladas, bolos prontos e sorvete.</p>



<p>Cerca de 70% do colesterol é produzido pelo próprio organismo, no fígado. Os demais 30% vêm da dieta e, por isso, é tão importante manter uma alimentação equilibrada.</p>



<p>Um dos mitos mais ultrapassados é acreditar que o colesterol é problema apenas de quem sofre de obesidade. Pessoas magras também podem apresentar descontrole nos níveis de gordura no sangue e estar no grupo de risco de infarto e AVC.</p>



<p>É importante que as pessoas saibam que o colesterol elevado, na maioria dos casos, não dá sinais nem qualquer tipo de sintomas. Por isso, é essencial fazer os exames periódicos e acompanhamento médico, além de adotar hábitos que incluem a alimentação saudável e adequada e a prática de atividades físicas regularmente.</p>



<p>O diagnóstico para risco cardiovascular é feito pelo médico, que avalia além dos valores de colesterol e frações, também leva em consideração à genética, a história familiar e todos os fatores de risco associados para fechar o diagnóstico e definir a conduta. Uma pesquisa feita pela SBC, em 2017, mostrava que 67% das pessoas desconheciam os valores dos níveis de colesterol do próprio organismo.</p>



<p>Uma das comorbidades que preocupam é a Aterosclerose, doença degenerativa que se caracteriza principalmente pelo depósito de gordura (colesterol LDL) e de outras substâncias nas camadas internas das artérias do coração, do cérebro, da aorta, obstruindo a passagem do sangue em porcentagens variáveis. Forma-se o ateroma, uma espécie de “calombo” nas artérias.</p>



<p>Uma outra doença, um pouco diferente e com nome parecido, é a Arteriosclerose, que se caracteriza pelos depósitos de gordura e cálcio ao longo de toda a extensão de uma artéria, deixando-a endurecida.</p>



<p>Ambas são doenças progressivas e silenciosas e provocadas pelo acúmulo de colesterol LDL em placas ou ao longo das artérias. O portador não sente o colesterol elevado, mas se não for tratado corretamente, poderá ter as complicações causadas pelas obstruções dessas artérias: angina do peito, infarto do miocárdio, AVC, aneurismas e outras.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>SBC alerta: controle do colesterol é fundamental para minimizar riscos de doenças cardiovasculares. </strong>Disponível em &lt;www.portal.cardiol.br/post/sbc-alerta-controle-do-colesterol-é-fundamental-para-minimizar-riscos-de-doenças-cardiovasculares&gt;</p>
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		<title>Diagnóstico e tratamento precoces são essenciais em casos de cardiopatias congênitas</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 15:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[doençascardíacas]]></category>
		<category><![CDATA[Doençascongênitas]]></category>
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					<description><![CDATA[As cardiopatias congênitas compõem um grupo de doenças que figura como a terceira principal causa de mortalidade infantil e, por não serem evitáveis, o diagnóstico e o tratamento precoces podem, na maioria dos casos, reverter as enfermidades. As cardiopatias congênitas são anormalidades na estrutura do aparelho cardiocirculatório, secundárias a uma alteração no desenvolvimento embrionário. Elas [&#8230;]]]></description>
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<p>As cardiopatias congênitas compõem um grupo de doenças que figura como a terceira principal causa de mortalidade infantil e, por não serem evitáveis, o diagnóstico e o tratamento precoces podem, na maioria dos casos, reverter as enfermidades.</p>



<p>As cardiopatias congênitas são anormalidades na estrutura do aparelho cardiocirculatório, secundárias a uma alteração no desenvolvimento embrionário. Elas podem surgir nas primeiras oito semanas da gestação &#8211; momento em que é formado o coração do bebê &#8211; e causar insuficiência circulatória e respiratória.</p>



<p>As cardiopatias constituem as malformações congênitas mais frequentes ao nascimento, estando presentes em aproximadamente 1 em cada 100 recém-nascidos vivos, o que representa aproximadamente 29 mil novos casos por ano no Brasil. Constituem uma das principais causas de morte na primeira infância, e a terceira maior causa de mortalidade neonatal em nosso país. Infelizmente, uma parcela significativa das crianças portadoras dessas anomalias não é diagnosticada e/ou tratada adequadamente, com grave risco de óbito ou sequelas graves.</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade por malformação congênita do aparelho circulatório registrada no país é superior à taxa de incidência. Das, aproximadamente, 29 mil crianças nascidas por ano com cardiopatia congênita, cerca de 6% morrem antes de completar o primeiro ano de vida. Na forma grave da doença após o nascimento, ela pode ser responsável por 30% dos óbitos no período neonatal.</p>



<p>Portanto, o acompanhamento médico no pré-natal é de extrema importância para o diagnóstico, caso existam fatores que levantem a suspeita clínica de problemas cardíaco-fetais. O ultrassom morfológico também pode apontar indícios de cardiopatia. Há ainda o teste de coraçãozinho feito antes da alta hospitalar, entre 24 e 48 horas após o nascimento.</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p><em>Sociedade Brasileira de Cardiologia. </em><strong>Diagnóstico e tratamento precoces são essenciais em casos de cardiopatias congênitas. </strong>Disponível &lt;www.portal.cardiol.br/post/diagnóstico-e-tratamento-precoces-são-essenciais-em-casos-de-cardiopatias-congênitas&gt;</p>
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		<title>Hipertensão e obesidade: entenda a relação entre estes dois problemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cardio Life]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 15:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cardiologia]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativas do Ministério da Saúde indicam que quase 30% da população brasileira tem pressão alta. E aproximadamente 70% dos homens e 61% das mulheres com&#160;hipertensão&#160;são obesos, ou seja, têm um&#160;índice de massa corporal&#160;superior a 30 kg/m². O ganho de peso está associado ao aumento de insulina plasmática — hormônio que favorece a absorção de sódio [&#8230;]]]></description>
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<p>Estimativas do Ministério da Saúde indicam que quase 30% da população brasileira tem pressão alta. E aproximadamente 70% dos homens e 61% das mulheres com&nbsp;hipertensão&nbsp;são obesos, ou seja, têm um&nbsp;índice de massa corporal&nbsp;superior a 30 kg/m².</p>



<p>O ganho de peso está associado ao aumento de insulina plasmática — hormônio que favorece a absorção de sódio pelos rins, o aumento do volume sanguíneo circulante e a atividade vascular. Essa condição aumenta a ativação do sistema nervoso simpático, a liberação de noradrenalina e a perda da regulação da pressão sanguínea. E, quando ocorre a perda de peso, muitas pessoas acabam também diminuindo a pressão arterial.</p>



<p>A&nbsp;hipertensão&nbsp;é uma doença cardiovascular crônica e é diagnosticada nas pessoas que apresentam, constantemente, a pressão arterial igual ou superior a 140 x 90 mmHg (14 por 9). Se não for controlada, a pressão alta pode causar ao longo do tempo:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Insuficiência cardíaca;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Infarto agudo do miocárdio;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Acidente vascular cerebral (AVC);</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Insuficiência renal.</p>



<p>Fique atento aos seus principais sintomas:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dor de cabeça;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Falta de ar;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Visão borrada;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Zumbido no ouvido;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Tontura;</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Dores no peito.</p>



<p>Se registrar um ou mais dos sintomas citados, procure seu médico e faça exames complementares para o tratamento adequado. A prevenção é o melhor remédio! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p>⠀</p>



<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>



<p>KALIL, Cozer Claudia. <em>Hospital Sírio-Libanês. </em><strong>Hipertensão e obesidade. Entenda a relação entre estes dois problemas. </strong>Disponível em &lt;www.hospitalsiriolibanes.org.br/sua-saude/Paginas/hipertensao-obesidade-relacao-problemas.aspx&gt;</p>
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